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	<title>Arquivos SONETOS - Gilliard Santos</title>
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	<title>Arquivos SONETOS - Gilliard Santos</title>
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		<title>Madalena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 14:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Nos moldes de uma autêntica pintura,<br />Às margens do Barrigas, bravamente,<br />Tornou-se vila e fez-se independente,<br />Vencendo, em sua história, cada agrura.</p>
</p>
<p>...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos moldes de uma autêntica pintura,<br>Às margens do Barrigas, bravamente,<br>Tornou-se vila e fez-se independente,<br>Vencendo, em sua história, cada agrura.</p>



<p>Cidade em que, na seca ou na fartura,<br>Impera o bom valor de sua gente;<br>Que tem um solo fértil, e é semente,<br>Em se tratando de arte e de cultura.</p>



<p>A caminhar, na Praça da Matriz,<br>Reflito e vejo o quanto sou feliz,<br>Aqui, de forma simples e serena.</p>



<p>Seu nome levarei por onde for,<br>A demonstrar-lhe sempre o meu amor,<br>Minha terrinha amada, Madalena!</p>



<p></p>
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			</item>
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		<title>Desespero</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/desespero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 17:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdades sociais]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>
		<category><![CDATA[soneto]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Levando as mãos ao rosto, um pai, sentado,<br />Reflete sobre o trágico cenário…<br />Faz tempo que não sabe o que é salário:<br />Há quase um ano está desempregado.</p>
</p>
<p>...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Levando as mãos ao rosto, um pai, sentado,<br>Reflete sobre o trágico cenário…<br>Faz tempo que não sabe o que é salário:<br>Há quase um ano está desempregado.</p>



<p>Levanta os olhos, vira-se de lado<br>E avista então, vazio, o velho armário;<br>Depois, prossegue, olhando o lar precário<br>E inclina-se na mesa, desolado.</p>



<p>Tenta “fazer das tripas, coração”,<br>Porém, sem ver nenhuma solução,<br>A angústia, profundíssima, o consome…</p>



<p>E, enfim, seus olhos se enchem d’água quando<br>Seu filho adentra o cômodo chorando<br>A repetir: “papai, estou com fome”…</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-small-font-size">Obs: soneto premiado em 1° lugar no XXXIII Concurso de Poesia Augusto dos Anjos – 2024.</p>
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		<title>O velho poeta solitário</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/o-velho-poeta-solitario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2024 19:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
		<category><![CDATA[Florbela Espanca]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poeta]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
		<category><![CDATA[soneto]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Relendo alguns sonetos de Florbela<br />Num calmo entardecer de sexta-feira,<br />O velho observa os raios, da janela,<br />Enquanto pensa sobre a vida inteira.</p>
</p>
<p>Na me...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Relendo alguns sonetos de Florbela<br>Num calmo entardecer de sexta-feira,<br>O velho observa os raios, da janela,<br>Enquanto pensa sobre a vida inteira.</p>



<p>Na mente, os episódios numa tela,<br>Em filme intenso… Ainda que não queira,<br>Revive cada cena… E agora apela<br>Aos mais soturnos versos de Bandeira.</p>



<p>Com tinta azul, qual fosse um denso pranto,<br>Esboça em seu caderno o desencanto<br>E arrisca um verso, como alguém que chora.</p>



<p>Não tem a pretensão de ser eterno;<br>O seu desejo é dar um beijo terno<br>Na morte que lhe bate à porta, agora!</p>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-small-font-size">Obs: Soneto premiado em 7° lugar no XX Concurso &#8220;Fritz Teixeira de Salles&#8221; de Poesia, em 2022.</p>
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		<item>
		<title>Quinas vivas</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/quinas-vivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2024 19:47:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Há quem prefira os grandes elogios,<br />Ainda que eles sejam insinceros,<br />Da boca para fora… ou sejam meros<br />Floreios rebuscados e vazios.</p>
</p>
<p>Há quem requeira p...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há quem prefira os grandes elogios,<br>Ainda que eles sejam insinceros,<br>Da boca para fora… ou sejam meros<br>Floreios rebuscados e vazios.</p>



<p>Há quem requeira prêmios de altos cleros,<br>Troféus e distintivos luzidios…<br>Se acaso houver enganos ou desvios,<br>Não querem comentários tão severos.</p>



<p>Há quem procure inflar, por vezes, o ego<br>Tornando-se arrogante, esnobe e cego…<br>Porém, no fundo, sabe que se engana.</p>



<p>E então, constantemente, fica nessa<br>Corrida traiçoeira e, enfim, tropeça<br>Nas quinas vivas da vaidade humana</p>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-small-font-size">Obs: Soneto premiado em 3° lugar no XIº Concurso Literário da Academia Madureirense de Letras – AML, em 2022.</p>
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		<item>
		<title>Ampulheta</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/ampulheta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2024 19:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
		<category><![CDATA[Ampulheta]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[REflexão]]></category>
		<category><![CDATA[soneto]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>A areia ali se move lentamente<br />Neste artefato frágil e incolor…<br />E em sua ação mecânica e silente,<br />Vai alcançando o bojo inferior.</p>
</p>
<p>Os grãos de areia nun...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A areia ali se move lentamente<br>Neste artefato frágil e incolor…<br>E em sua ação mecânica e silente,<br>Vai alcançando o bojo inferior.</p>



<p>Os grãos de areia nunca irão se opor<br>À lei da gravidade contundente…<br>Transcorrem, exercendo seu labor,<br>Cumprindo sua sina, tão somente.</p>



<p>Naquele artigo que hoje adorna a sala<br>A areia nunca volta, nunca entala<br>E vai, por ele, sendo consumida.</p>



<p>O tempo, em categórica faceta,<br>Trabalha assim, conforme essa ampulheta,<br>Levando, pouco a pouco, nossa vida.</p>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-small-font-size">Obs: Soneto vencedor do I Concurso Nacional de Poesia Oracy Dorneles, em 2022.</p>
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		<item>
		<title>Prisioneiro</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/prisioneiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2024 19:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Prisioneiro]]></category>
		<category><![CDATA[soneto]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Qual fosse um animal na jaula encarcerado,<br />Sozinho fica ali, olhando para fora…<br />Sem reclamar de nada, agora apenas chora<br />De um jeito bem sutil, sem lágrimas, calado.</p>
<p>...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Qual fosse um animal na jaula encarcerado,<br>Sozinho fica ali, olhando para fora…<br>Sem reclamar de nada, agora apenas chora<br>De um jeito bem sutil, sem lágrimas, calado.</p>



<p>Aquele corpo fraco, anêmico, esgotado<br>Mantém-se sem a força e a robustez de outrora;<br>Sem ter expectativa alguma de melhora,<br>Começa a relembrar os feitos do passado.</p>



<p>Devoram-no sem pressa, aos poucos, com frieza<br>As dores mais cruéis da angústia e da tristeza…<br>Do coração ferido o rubro sangue escorre.</p>



<p>E encerra mais um dia aquele ser mofino,<br>Cumprindo, passo a passo, as regras de um destino<br>Do qual apanha, apanha, apanha… Mas não morre.</p>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-small-font-size">Obs: soneto premiado em 1° lugar no XXXII Concurso de Poesia Augusto dos Anjos – 2023.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O grito</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/o-grito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 19:32:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[soneto]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Caminho a sós em rotas casuais<br />Pela cidade e nada faz sentido…<br />Ouço uma voz falando ao meu ouvido,<br />Depois algumas outras… e outras mais.</p>
</p>
<p>Começo a ter d...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Caminho a sós em rotas casuais<br>Pela cidade e nada faz sentido…<br>Ouço uma voz falando ao meu ouvido,<br>Depois algumas outras… e outras mais.</p>



<p>Começo a ter delírios visuais<br>E enxergo tudo meio distorcido;<br>No peito, um sentimento dolorido<br>Se junta aos elementos irreais.</p>



<p>Prossigo devagar, respiro um pouco…<br>Se alguém disser que estou ficando louco,<br>Por certo, não incorre em exagero.</p>



<p>Aflito, melancólico, confuso,<br>Eu paro sobre a ponte e, então, produzo<br>Um grito singular de desespero.</p>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-small-font-size">Obs.: Vencedor do XXXI Concurso de Poesia Augusto dos Anjos, em 2022.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Passeio pela poesia</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/passeio-pela-poesia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 20:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[soneto]]></category>
		<category><![CDATA[tautograma]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Passeio pelo parque, paciente;<br />Projeto pensamentos perfumados<br />Por plátanos, pinheiros pincelados…<br />Preconizando plácido poente.</p>
</p>
<p>Peculiares pássaros, par...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Passeio pelo parque, paciente;<br>Projeto pensamentos perfumados<br>Por plátanos, pinheiros pincelados…<br>Preconizando plácido poente.</p>



<p>Peculiares pássaros, parados,<br>Parecem proclamar perfeitamente<br>Poemas penetrantes, prontamente,<br>Porquanto pintassilgos preparados.</p>



<p>Preencho presunções protocolares;<br>Persigo paramétricos pilares;<br>Planejo, pois, potente primazia.</p>



<p>Procuro plenamente pura paz;<br>Prossigo passeando, perspicaz…<br>Passando pela própria poesia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>De volta ao meu sertão</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/de-volta-ao-meu-sertao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 17:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[soneto]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>À tarde, no terreiro, escuto um cão, que late…<br />Parado, aqui, observo o tom da mata, calma,<br />Que em brisa chega a mim e me formata a alma.<br />Tão belo é meu sertão! Não há quem nã...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>À tarde, no terreiro, escuto um cão, que late…<br>Parado, aqui, observo o tom da mata, calma,<br>Que em brisa chega a mim e me formata a alma.<br>Tão belo é meu sertão! Não há quem não constate,</p>



<p>Repare o quanto é bom. O coração já bate<br>Mais forte. A chuva vem, como constata a palma,<br>A mão aberta… e o cheiro, então, delata e acalma…<br>Aqui sou mais feliz, nesta missão de vate.</p>



<p>Avisto a instalação junto ao curral de ovelhas<br>E o natural jardim. Depois adentro em casa.<br>Eu sinto enorme paz! E nostalgia, em parte…</p>



<p>A chuva grossa faz um musical nas telhas.<br>No fogo aceso, à lenha, a espiga dentro, a brasa<br>Trabalha. O meu sertão é poesia… é arte!</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-small-font-size">Obs<sup>1</sup>: soneto vencedor do Concurso Literário de Cultura Nordestina – Prêmio Luiz Gonzaga – 2021.</p>



<p class="has-small-font-size">Obs<sup>2</sup>: Este soneto apresenta uma característica técnica que o torna especialmente difícil. É como se fossem dois em um, pois trata-se de um soneto em versos alexandrinos (12 sílabas), mas que em seu interior trazem versos decassílabos (10 sílabas). E se você, leitor, ler até a décima sílaba, desconsiderando o final dos versos, ainda assim verá um novo soneto, completo, com novas rimas e com sentido. Experimente ler a primeira estrofe, por exemplo, desconsiderando os finais dos versos (que late/ calma/ a alma / constate). Comente dizendo o que achou.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Constatação</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/constatacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 23:33:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Sozinho frente àquele céu brilhante<br />Um jovem faz profunda reflexão…<br />O alpendre ventilado é seu mirante<br />Na noite calma e limpa do sertão.</p>
</p>
<p>O seu olhar en...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sozinho frente àquele céu brilhante<br>Um jovem faz profunda reflexão…<br>O alpendre ventilado é seu mirante<br>Na noite calma e limpa do sertão.</p>



<p>O seu olhar encontra-se distante<br>Voltado para certa direção,<br>Olhando cada estrela cintilante<br>De toda singular constelação.</p>



<p>A perscrutar a abóbada celeste,<br>Caminha calmamente na calçada<br>Em pensamentos totalmente imerso.</p>



<p>Observa a Via Láctea ao longe – ao leste…<br>Constata que os humanos não são nada<br>Além de um grão de areia no universo.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div style="height:32px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<iframe width="300" height="170" src="https://www.youtube.com/embed/I8i6pFZ8HOs" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>
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			</item>
		<item>
		<title>O derradeiro trem</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/o-derradeiro-trem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 05:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Após seguir os passos desta vida<br />Da forma mais intensa e verdadeira,<br />Estou aqui sentado na cadeira,<br />Pertinho de encerrar a longa lida.</p>
</p>
<p>Estou tranquilo,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após seguir os passos desta vida<br>Da forma mais intensa e verdadeira,<br>Estou aqui sentado na cadeira,<br>Pertinho de encerrar a longa lida.</p>



<p>Estou tranquilo, em tom de despedida:<br>Virá buscar-me a dama forasteira.<br>Lutei durante a minha vida inteira<br>E sinto que a missão está cumprida.</p>



<p>Em todo o tempo tive ativa fala,<br>Porém a morte irá silenciá-la!<br>Enxergo já sinais de que ela vem&#8230;</p>



<p>Estou parado, apenas a esperá-la;<br>Serenamente aguardo nesta sala<br>Para partir no derradeiro trem.</p>



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<p class="has-small-font-size">Obs: soneto premiado com a medalha de menção honrosa no 11º Festival de Sonetos “Chave de Ouro” Concurso Internacional – 2021.</p>
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		<title>Refúgio</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/refugio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 May 2021 04:52:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Sentado sob a sombra da mangueira <br />Reflito sobre os dias turbulentos… <br />Observo à minha volta os elementos <br />E posso assim passar a tarde inteira.</p>
</p>
<p>No par...</p>
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<p>Sentado sob a sombra da mangueira <br>Reflito sobre os dias turbulentos… <br>Observo à minha volta os elementos <br>E posso assim passar a tarde inteira.</p>



<p>No parque, neste banco de madeira, <br>Escuto os passos lépidos dos ventos <br>E em minha mente pousam pensamentos <br>Tais como as borboletas na roseira. </p>



<p>Eu fico distraído, tão distante… <br>Pensando sobre tudo e nesse instante <br>Em meio à natureza, encontro paz. </p>



<p>Ao passo que o sol pende no poente <br>Eu sinto a placidez deste ambiente <br>E o resto, por enquanto, tanto faz! </p>



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<p class="has-small-font-size">Obs: soneto classificado em 6° lugar no Concurso Nacional de Sonetos do Festival Semente Literária, promovido pela Academia Cariaciquense de Letras (ACL) em&nbsp; 2021.</p>
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		<title>Assembleia</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/assembleia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 May 2021 03:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Chegando ali, após tomar assento, <br />O grupo emudeceu por um instante; <br />Mas logo todo mundo, radiante, <br />Queria defender seu argumento. </p>
</p>
<p>Um deles disse: v...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Chegando ali, após tomar assento, <br>O grupo emudeceu por um instante; <br>Mas logo todo mundo, radiante, <br>Queria defender seu argumento. </p>



<p>Um deles disse: vejam! Um jumento! <br>Depois veio um coelho, um elefante, <br>Um jacaré e um pássaro gigante <br>Movendo-se, levado pelo vento. </p>



<p>Verificaram outros animais, <br>Bem como alguns objetos irreais <br>Voando devagar, ao longe… ao léu. </p>



<p>A criançada, assim, fazendo alarde, <br>Sentada na calçada, em fim de tarde, <br>Interpretava as nuvens lá do céu. </p>



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<p class="has-small-font-size">Obs: soneto vencedor do XXIX Concurso de Poesia Augusto dos Anjos – 2020.</p>



<iframe width="300" height="170" src="https://www.youtube.com/embed/2MWNjVHN9sk?controls=0" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>
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		<title>Enfrentando as intempéries</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/enfrentando-as-intemperies/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 May 2021 03:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Momentos difíceis - conforme figuro - <br />De um mar agitado e cruel tempestade; <br />A flecha do frio e do medo me invade <br />E eu fico parado, me sinto inseguro… </p>
</p>
<p>...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Momentos difíceis &#8211; conforme figuro &#8211; <br>De um mar agitado e cruel tempestade; <br>A flecha do frio e do medo me invade <br>E eu fico parado, me sinto inseguro… </p>



<p>Um vento terrível, em golpe tão duro, <br>Provoca terror e devasta a cidade, <br>Destrói o que encontra, não tem piedade <br>E põe-nos em dúvida sobre o futuro. </p>



<p>Devemos, contudo, pensar com clareza… <br>Se não reagirmos, não há quem o faça, <br>Portanto, o caminho é lutar com braveza. </p>



<p>Pois mesmo enfrentando a mais grave desgraça, <br>Só temos conosco, de fato, a certeza <br>De que isso termina. Porque tudo passa! <br></p>



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<p class="has-small-font-size">Obs: soneto classificado em 6° lugar no 3º Concurso de Contos e Poesias – 2020 – Fundação Educacional e Cultural de Caraguatatuba &#8211;&nbsp;FUNDACC – São Paulo.</p>
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