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	<title>Arquivos VERSOS LIVRES - Gilliard Santos</title>
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	<title>Arquivos VERSOS LIVRES - Gilliard Santos</title>
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	<item>
		<title>Como tem que ser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 17:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>a chuva cai<br />                                           como tem que ser</p>
</p>
<p>os pingos batem no telhado<br />fazendo aquele barulho aconchegante<br />que todo mundo gosta</p>
<p>...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="3407" class="elementor elementor-3407" data-elementor-post-type="post">
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<p>a chuva cai<br />                                           como tem que ser</p>

<p>os pingos batem no telhado<br />fazendo aquele barulho aconchegante<br />que todo mundo gosta</p>

<p>esses pingos transformam-se em fios d’água<br />a caírem das telhas e das calhas<br />                                           como tem que ser</p>

<p>daqui a pouco sairão perambulando pelas ruas<br />e correrão…</p>

<p>ir<br />   re<br />       me<br />             di<br />                 a<br />                    vel<br />                          men<br />                                   te</p>

<p>para as bocas de lobo<br />                                           como tem que ser</p>

<p>depois serão córregos, riachos, rios…<br />e, por fim, desembocarão no mar.</p>

<p>assim a vida corre<br />                     inevitavelmente…<br />                                           como tem que ser</p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p class="has-small-font-size">Obs: Poema premiado com menção honrosa no Concurso José Telles, do Ideal Clube de Fortaleza, em 2024.</p>

<p> </p>
								</div>
					</div>
				</div>
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		<item>
		<title>Balanço sentimental</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/balanco-sentimental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 15:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Sentimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>ATIVO</p>
</p>
<p>Em contabilidade<br />O balanço patrimonial de uma empresa<br />Representa um momento estático<br />Resultado do processo de suas operações<br />A sua estrutura...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>ATIVO</p>



<p>Em contabilidade<br>O balanço patrimonial de uma empresa<br>Representa um momento estático<br>Resultado do processo de suas operações<br>A sua estrutura de ativos e passivos<br>Naquele exato momento…<br>Se for analisado no dia seguinte<br>Aquele balanço, de maneira rigorosa,<br>Já está um tanto desatualizado<br>Talvez já não represente a realidade…</p>



<p>PASSIVO</p>



<p>Em poesia<br>Um poema é como um balanço sentimental<br>Representa um momento estático<br>Representa a situação pontual do poeta<br>Resultado do conflito de tantas emoções<br>Naquele exato momento…<br>Se for analisado no momento seguinte<br>Aquele poema, de maneira rigorosa,<br>Já está um tanto desatualizado<br>Talvez já não represente a realidade…</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="620" height="396" src="https://gilliardsantos.art.br/wp-content/uploads/2022/03/B.-Sent-3.jpg" alt="" class="wp-image-2952" srcset="https://gilliardsantos.art.br/wp-content/uploads/2022/03/B.-Sent-3.jpg 620w, https://gilliardsantos.art.br/wp-content/uploads/2022/03/B.-Sent-3-300x192.jpg 300w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></figure>
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		<item>
		<title>Retrato em preto e branco</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/retrato-em-preto-e-branco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 15:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[retrato]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Numa foto antiga vejo uma mulher sozinha,<br />Sentada em um banco cinzento<br />De uma calçada cinzenta,<br />Ao lado de grandes pedras cinzentas.<br />Há algumas pessoas cinzas ao fundo, ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Numa foto antiga vejo uma mulher sozinha,<br>Sentada em um banco cinzento<br>De uma calçada cinzenta,<br>Ao lado de grandes pedras cinzentas.<br>Há algumas pessoas cinzas ao fundo, quase sem foco…<br>A mulher, que aparenta ter uns trinta anos,<br>De costas para o mar observa… distraída…<br>Como quem não se preparou para ser fotografada!<br>Ela usa um vestido cinza claro<br>E um sapato cinza (dois ou três tons mais escuro).<br>O mar, ao fundo, também é cinza.</p>



<p>Na verdade, sei que quase nada é cinza…<br>O mar deve ter um tom esverdeado;<br>O vestido, quem sabe seja branco,<br>Ou pode ser, claro… amarelo, rosa, verde claro…<br>Entre o que é e o que aparenta ser<br>Há muitas possibilidades…<br>E nunca saberemos a verdade, de fato!</p>



<p>Os sentimentos que rodeiam a mente dessa mulher<br>Também são inacessíveis,<br>Mesmo para um poeta!</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-small-font-size">Obs: Poema premiado em 4° lugar na categoria poema livre, no XXX Concurso Nacional de Poesias Augusto dos Anjos, ocorrido em 2021.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Sobre o que foi escrito</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/sobre-o-que-foi-escrito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 16:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia Oficial]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>A poesia escrita e publicada soa como oficial.<br />Um texto revisado e impresso é, de certa forma,<br />Ainda mais grave do que uma palavra proferida.<br />Após disparado, não há muito o q...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A poesia escrita e publicada soa como oficial.<br>Um texto revisado e impresso é, de certa forma,<br>Ainda mais grave do que uma palavra proferida.<br>Após disparado, não há muito o que fazer,<br>E sempre fica algo a mais nas entrelinhas…</p>



<p>Assim como uma palavra dita não pode ser desdita,<br>Também uma palavra escrita não pode ser “desescrita”.<br>Já pensou? “Eu desescrevo, tu desescreves, ele desescreve”…<br>Na verdade, acho que não teria mesmo muita graça,<br>Soaria como algo demasiado efêmero.</p>



<p>Fazer poesia é como responder a uma prova discursiva,<br>Escrita inteiramente ao traço de uma caneta absoluta,<br>Sem nenhum corretivo, sem nenhum artifício,<br>Sem nada que possa eufemizar o que foi dito.</p>



<p>Essa característica exige de nós mais atenção,<br>Ao mesmo tempo em que impõe um caráter aventureiro<br>Aos nossos passos, aos nossos textos, à nossa vida…</p>



<p>E, na pior das hipóteses, o que tiver sido, já foi.</p>
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		<title>Em algum lugar&#8230;</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/em-algum-lugar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 11:18:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Pai e filho]]></category>
		<category><![CDATA[PReservação]]></category>
		<category><![CDATA[Salve o planeta]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Eu vi uma cena tão bela,<br />Dessas de encher os olhos…<br />Um pai, sentado na varanda de casa,<br />Dava leite ao seu filho com uma mamadeira.<br />Fim de tarde, sol poente,<br />Tempo f...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Eu vi uma cena tão bela,<br>Dessas de encher os olhos…<br>Um pai, sentado na varanda de casa,<br>Dava leite ao seu filho com uma mamadeira.<br>Fim de tarde, sol poente,<br>Tempo fresco, raios de luz entre os prédios…<br>Apesar do turbilhão da metrópole<br>A rua estava calma,<br>Estranhamente calma, até…<br>Silêncio, quase nenhum carro,<br>A criança estava também calma,<br>Quieta, sonolenta, no colo…<br>O pai devia ter 35 ou 40 anos;<br>O filho, entre um e dois.<br>A criança vestia uma camiseta amarela<br>E uma fralda branca, descartável…<br>A conexão entre pai e filho era muito bonita;<br>Havia espaço para muita poesia,<br>Mas este poema quer tocar em apenas um ponto:<br>Daqui a duzentos anos<br>O pai, o filho e o poeta que vos escreve<br>Não estaremos mais a transitar por este mundo,<br>Mas continuarão a mamadeira e a fralda descartável<br>Em algum lugar…<br>Provavelmente no oceano!</p>
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		<item>
		<title>Aulas de anatomia</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/aulas-de-anatomia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 21:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
		<category><![CDATA[anatomia]]></category>
		<category><![CDATA[bisturi]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[versos]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>A carne fria na mesa<br />Espera o momento certo<br />E o brilho de um bisturi<br />Chama tanto a atenção</p>
</p>
<p>A luz acesa — tão clara<br />Faz reluzir — tão brilhante...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A carne fria na mesa<br>Espera o momento certo<br>E o brilho de um bisturi<br>Chama tanto a atenção</p>



<p>A luz acesa — tão clara<br>Faz reluzir — tão brilhante<br>O material — tão nobre<br>De que é feito o bisturi</p>



<p>O corpo que oferece<br>A última serventia<br>Causa menos emoção<br>Que um mero bisturi</p>
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		<item>
		<title>Não são só palavras</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/nao-sao-so-palavras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 18:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca]]></category>
		<category><![CDATA[palavras]]></category>
		<category><![CDATA[poeira]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>As palavras que ora escrevo<br />Não são simplesmente palavras.<br />Não são somente vocábulos, meros códigos,<br />Como os milhares que repousam<br />Em um dicionário empoeirado,<br />Esqu...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As palavras que ora escrevo<br>Não são simplesmente palavras.<br>Não são somente vocábulos, meros códigos,<br>Como os milhares que repousam<br>Em um dicionário empoeirado,<br>Esquecido na estante de uma biblioteca antiga.</p>



<p>Estas palavras têm um algo a mais,<br>Elas são cheias de um ingrediente secreto…<br>Elas trazem um amontoado de emoções<br>E carregam consigo como que uma procuração<br>Para representar aquilo que guardo no peito.</p>



<p>Da mesma forma que uma gotícula de suor<br>Abandona os poros, involuntariamente,<br>Quando um atleta cruza a linha de chegada,<br>Também minha poesia se esvai, sutilmente,<br>Pelos traços vacilantes de uma caneta qualquer…</p>



<p>Assim como o perfume salta de uma flor<br>E preenche um ambiente com suavidade,<br>Mesmo sem abandoná-la,<br>Também meu peito, gentilmente,<br>Expulsa estas palavras,<br>Mesmo quando a voz cala.</p>



<p>Mas elas não são só palavras.<br>Antes fossem…</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Marielle, presente!</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/marielle-presente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 17:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>A bala<br />Abala<br />Porém<br />A bala<br />Não cala<br />A fala<br />E nem<br />Encurrala…</p>
</p>
<p>O tiro<br />Covarde<br />Resvala<br />Propala<br />E embala<br />A luta...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A bala<br>Abala<br>Porém<br>A bala<br>Não cala<br>A fala<br>E nem<br>Encurrala…</p>



<p>O tiro<br>Covarde<br>Resvala<br>Propala<br>E embala<br>A luta<br>Que cresce<br>Aumenta<br>Não para!<br>Não para!!<br>Não para!!!</p>



<p>Tentaram calá-la<br>Mas não conseguiram<br>Ousaram matá-la<br>Mas eles não viram<br>Que uma ideia<br>Não morre tão fácil<br>E se multiplica<br>Transcende, transpassa…<br>Não viram que ela<br>Era uma semente…</p>



<p>Marielle,<br>Presente!<br>Presente!!<br>Presente!!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ofício de poeta</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/oficio-de-poeta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 17:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Definitivamente, não escrevo!<br />Antes, derramo a tinta sobre o papel.<br />E nesse eterno descompasso<br />Vou tentando transmitir alguma emoção.<br />Mas para ficar mais simples<br />Na...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Definitivamente, não escrevo!<br>Antes, derramo a tinta sobre o papel.<br>E nesse eterno descompasso<br>Vou tentando transmitir alguma emoção.<br>Mas para ficar mais simples<br>Na arte de tentar uma definição<br>Eu poderia dizer que redijo algumas vezes.<br>Entretanto, não sei… Não sei…<br>No mais das vezes sou ininteligível.<br>Ninguém entende e ninguém procura entender…<br>Bem sei que, em se tratando de poesia,<br>Muitas vezes a maior beleza não está no visível,<br>Não está na clareza da mensagem, mas, justamente,<br>Na curiosidade e na desconfiança do que se lê.</p>



<p>Neste ofício não sei bem o que é demasiado nobre<br>E o que é, decerto, tão sem-valor.<br>É que não vi tal padrão,<br>Não estudei a ciência de ser igual…<br>No mais, gosto de ficar pensando:<br>… Penso<br>Existo…<br>Desisto…</p>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator is-style-default"/>



<p class="has-small-font-size">Poema selecionado para compor a coletânea do XX Prêmio Ideal Clube de Literatura — Prêmio José Telles — em 2018.</p>
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