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	<title>Gilliard Santos</title>
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	<title>Gilliard Santos</title>
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		<title>Madalena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 14:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Nos moldes de uma autêntica pintura,<br />Às margens do Barrigas, bravamente,<br />Tornou-se vila e fez-se independente,<br />Vencendo, em sua história, cada agrura.</p>
</p>
<p>...</p>
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<p>Nos moldes de uma autêntica pintura,<br>Às margens do Barrigas, bravamente,<br>Tornou-se vila e fez-se independente,<br>Vencendo, em sua história, cada agrura.</p>



<p>Cidade em que, na seca ou na fartura,<br>Impera o bom valor de sua gente;<br>Que tem um solo fértil, e é semente,<br>Em se tratando de arte e de cultura.</p>



<p>A caminhar, na Praça da Matriz,<br>Reflito e vejo o quanto sou feliz,<br>Aqui, de forma simples e serena.</p>



<p>Seu nome levarei por onde for,<br>A demonstrar-lhe sempre o meu amor,<br>Minha terrinha amada, Madalena!</p>



<p></p>
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		<title>A arte é um direito humano</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/a-arte-e-um-direito-humano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 01:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ARTIGOS DE OPINIÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ferreira Gullar]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Quem é que não precisa de arte? Em meio a essas muitas redes “antissociais”, escutam-se e leem-se os maiores absurdos. Certa vez, tive o desprazer de ver uma postagem de uma criatura que se...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem é que não precisa de arte? Em meio a essas muitas redes “antissociais”, escutam-se e leem-se os maiores absurdos. Certa vez, tive o desprazer de ver uma postagem de uma criatura que se orgulhava dizendo não necessitar de artistas. Mas que absurdo!</p>



<p>Quer dizer que essa pessoa nunca se emocionou com uma música? Nunca apreciou uma pintura? Uma escultura? Que nunca assistiu a um filme? Que nunca foi a um circo?&#8230; Na verdade, o indivíduo em questão, ou é muito cínico ou, mais provavelmente, no alto de sua ignorância, nem sabe ao certo o que é arte.</p>



<p>Em 1948 a ONU adotou o documento intitulado “Declaração Universal dos Direitos Humanos”. Ele estabelece um conjunto de direitos e garantias fundamentais que deveriam ser asseguradas a todas as pessoas, independentemente de sua raça, sexo, nacionalidade, religião ou qualquer outra condição, ou seja, são aqueles direitos que qualquer indivíduo possui, a partir do nascimento, simplesmente por pertencer à espécie humana.</p>



<p>Entre essas garantias estão, por exemplo, a vida, a liberdade, a segurança, a alimentação, o direito à educação, o direito de não ser torturado, o direito de ir e vir, ao repouso, às férias e a condições dignas de trabalho, direito de opinião e expressão, bem como a reuniões e associações pacíficas, dentre outros. Na verdade, a maioria dos direitos listados nessa Declaração são, a meu ver, justos até mesmo para os animais, de tão básicos que são.</p>



<p>Embora hoje em dia esses conceitos venham sendo distorcidos por parte das pessoas, eles são as premissas para se construir um mundo minimamente civilizado. E, precisamente no seu artigo 27, essa declaração traz aquele que talvez seja o direito mais específico para os seres humanos, aquilo que mais nos diferencia e afasta dos animais: o direito à arte. E numa sociedade tão violenta, tão brutal, tão animalesca (no pior dos sentidos), faz-se ainda mais necessário que se promova a arte e cultura em nosso dia a dia.</p>



<p>Mas viremos o jogo! Usemos essas mesmas redes que tanto espalham mentiras e ódio, para despejarmos toneladas de manifestações artísticas, em formato de música, de poesia, de artes visuais&#8230; E procuremos também divulgar os artistas, os produtores da arte, sobretudo aqueles menos conhecidos e/ou que ainda possuem “pouca relevância” nesse mundo virtual. Isso custa zero real.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conforme dizia o poeta Ferreira Gullar, “<em>a arte existe porque a vida não basta</em>”. Nesse sentido, como direito humano que é, procuremos fazer com que ela componha a nossa “cesta-básica” ou a nossa caixa de primeiros socorros, posto que a arte é, também, um remédio para a alma. Portanto, divulgue arte, consuma arte e, se possível, produza-a também (Do it yourself), em qualquer que seja o formato escolhido. Assim poderemos preencher o espaço daquilo que torna cada um de nós humano, demasiado humano.</p>
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		<title>Burro de carga</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/burro-de-carga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 01:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CONTOS E MICROCONTOS]]></category>
		<category><![CDATA[REflexão]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>O burrinho nasceu e foi crescendo, ganhando força... até que pudesse ser útil para o trabalho. No início, era brabo, indócil, mas foi sendo domado aos poucos. Depois, trabalhou anos a fio c...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O burrinho nasceu e foi crescendo, ganhando força&#8230; até que pudesse ser útil para o trabalho. No início, era brabo, indócil, mas foi sendo domado aos poucos. Depois, trabalhou anos a fio carregando água, trazendo lenha, puxando carroça&#8230; Nessa rotina, foi ficando cansado, envelhecendo e certo dia morreu. Mas logo foi substituído por outro burro. Daqui a algum tempo, ninguém nem se lembrará mais do seu nome, nem da sua aparência, nem mesmo de que ele existiu. Essa é a história do burro de carga, mas poderia ser a de qualquer um de nós.</p>
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		<item>
		<title>José</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/jose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 01:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CONTOS E MICROCONTOS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Era manhã de um dia normal. A cidade corria e a rua estava movimentada. José nasceu. Estava ali, frágil, sobre a cama. Foi se desenvolvendo, aos poucos… Aprendeu a falar. Brincou. Cresceu. ...</p>
<p>O post <a href="https://gilliardsantos.art.br/jose/">José</a> apareceu primeiro em <a href="https://gilliardsantos.art.br">Gilliard Santos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Era manhã de um dia normal. A cidade corria e a rua estava movimentada. José nasceu. Estava ali, frágil, sobre a cama. Foi se desenvolvendo, aos poucos… Aprendeu a falar. Brincou. Cresceu. Estudou. Namorou. Conseguiu um trabalho. Casou. Teve dois filhos. Mudou de emprego. Foi promovido. Trocou de cidade. Envelheceu. Aposentou-se. Adoeceu. Foi definhando, aos poucos. Perdeu a fala. Estava ali, frágil, sobre a cama. José morreu. A rua estava movimentada e a cidade corria. Era manhã de um dia normal.</p>
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		<title>3</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/3-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 14:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TROVAS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>É gigantesca a emoção<br />que carrego neste instante<br />porque meus dois filhos são<br />minha obra mais importante.</p>
</p></p>
<p>O post <a href="https://gilliardsantos.art.br/3-2/">3</a> apareceu primeiro em <a href="https://gilliardsantos.art.br">Gilliard Santos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É gigantesca a emoção<br>que carrego neste instante<br>porque meus dois filhos são<br>minha obra mais importante.</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://gilliardsantos.art.br/3-2/">3</a> apareceu primeiro em <a href="https://gilliardsantos.art.br">Gilliard Santos</a>.</p>
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		<title>2</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/2-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 14:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TROVAS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Bebo uma taça de vinho<br />e no mesmo instante invade<br />o meu peito o grande espinho<br />pontiagudo da saudade.</p></p>
<p>O post <a href="https://gilliardsantos.art.br/2-2/">2</a> apareceu primeiro em <a href="https://gilliardsantos.art.br">Gilliard Santos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Bebo uma taça de vinho<br>e no mesmo instante invade<br>o meu peito o grande espinho<br>pontiagudo da saudade.</p>
<p>O post <a href="https://gilliardsantos.art.br/2-2/">2</a> apareceu primeiro em <a href="https://gilliardsantos.art.br">Gilliard Santos</a>.</p>
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		<title>1</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/1-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 14:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TROVAS]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Quando ela distante estava<br />eu vi da saudade a cor<br />enquanto me desmanchava<br />em versos cheios de amor.</p></p>
<p>O post <a href="https://gilliardsantos.art.br/1-2/">1</a> apareceu primeiro em <a href="https://gilliardsantos.art.br">Gilliard Santos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando ela distante estava<br>eu vi da saudade a cor<br>enquanto me desmanchava<br>em versos cheios de amor.</p>
<p>O post <a href="https://gilliardsantos.art.br/1-2/">1</a> apareceu primeiro em <a href="https://gilliardsantos.art.br">Gilliard Santos</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como tem que ser</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/como-tem-que-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 17:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VERSOS LIVRES]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>a chuva cai<br />                                           como tem que ser</p>
</p>
<p>os pingos batem no telhado<br />fazendo aquele barulho aconchegante<br />que todo mundo gosta</p>
<p>...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="3407" class="elementor elementor-3407" data-elementor-post-type="post">
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<p>a chuva cai<br />                                           como tem que ser</p>

<p>os pingos batem no telhado<br />fazendo aquele barulho aconchegante<br />que todo mundo gosta</p>

<p>esses pingos transformam-se em fios d’água<br />a caírem das telhas e das calhas<br />                                           como tem que ser</p>

<p>daqui a pouco sairão perambulando pelas ruas<br />e correrão…</p>

<p>ir<br />   re<br />       me<br />             di<br />                 a<br />                    vel<br />                          men<br />                                   te</p>

<p>para as bocas de lobo<br />                                           como tem que ser</p>

<p>depois serão córregos, riachos, rios…<br />e, por fim, desembocarão no mar.</p>

<p>assim a vida corre<br />                     inevitavelmente…<br />                                           como tem que ser</p>
<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />
<p class="has-small-font-size">Obs: Poema premiado com menção honrosa no Concurso José Telles, do Ideal Clube de Fortaleza, em 2024.</p>

<p> </p>
								</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Desespero</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/desespero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 17:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdades sociais]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>
		<category><![CDATA[soneto]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Levando as mãos ao rosto, um pai, sentado,<br />Reflete sobre o trágico cenário…<br />Faz tempo que não sabe o que é salário:<br />Há quase um ano está desempregado.</p>
</p>
<p>...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Levando as mãos ao rosto, um pai, sentado,<br>Reflete sobre o trágico cenário…<br>Faz tempo que não sabe o que é salário:<br>Há quase um ano está desempregado.</p>



<p>Levanta os olhos, vira-se de lado<br>E avista então, vazio, o velho armário;<br>Depois, prossegue, olhando o lar precário<br>E inclina-se na mesa, desolado.</p>



<p>Tenta “fazer das tripas, coração”,<br>Porém, sem ver nenhuma solução,<br>A angústia, profundíssima, o consome…</p>



<p>E, enfim, seus olhos se enchem d’água quando<br>Seu filho adentra o cômodo chorando<br>A repetir: “papai, estou com fome”…</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-small-font-size">Obs: soneto premiado em 1° lugar no XXXIII Concurso de Poesia Augusto dos Anjos – 2024.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O velho poeta solitário</title>
		<link>https://gilliardsantos.art.br/o-velho-poeta-solitario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilliard Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2024 19:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SONETOS]]></category>
		<category><![CDATA[Florbela Espanca]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poeta]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
		<category><![CDATA[soneto]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Relendo alguns sonetos de Florbela<br />Num calmo entardecer de sexta-feira,<br />O velho observa os raios, da janela,<br />Enquanto pensa sobre a vida inteira.</p>
</p>
<p>Na me...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Relendo alguns sonetos de Florbela<br>Num calmo entardecer de sexta-feira,<br>O velho observa os raios, da janela,<br>Enquanto pensa sobre a vida inteira.</p>



<p>Na mente, os episódios numa tela,<br>Em filme intenso… Ainda que não queira,<br>Revive cada cena… E agora apela<br>Aos mais soturnos versos de Bandeira.</p>



<p>Com tinta azul, qual fosse um denso pranto,<br>Esboça em seu caderno o desencanto<br>E arrisca um verso, como alguém que chora.</p>



<p>Não tem a pretensão de ser eterno;<br>O seu desejo é dar um beijo terno<br>Na morte que lhe bate à porta, agora!</p>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-small-font-size">Obs: Soneto premiado em 7° lugar no XX Concurso &#8220;Fritz Teixeira de Salles&#8221; de Poesia, em 2022.</p>
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